Séc. XVII

Escravidão e os Quilombos

A cultura afro-brasileira é a base da identidade de Paraty: a cachaça artesanal, o jongo, a festa de São Benedito, as cirandas, o quilombo Campinho da Independência (hoje com ~100 famílias em 287 hectares).

Séc. XVII–XIX Resistência & Cultura Negra

O que aconteceu

Paraty chegou a ter mais de 250 engenhos de açúcar movidos por trabalho escravizado. Os africanos construíram as calçadas de pedra, as estradas da serra, desceram montanhas com café e ouro, produziram a cachaça. Em 1762, houve expedição para destruir o quilombo que ameaçava a vila. Com a Abolição em 1888, a cidade quase esvaziou. Ex-escravas fundam o Quilombo Campinho da Independência no fim do séc. XIX.

Por que importa

A cultura afro-brasileira é a base da identidade de Paraty: a cachaça artesanal, o jongo, a festa de São Benedito, as cirandas, o quilombo Campinho da Independência (hoje com ~100 famílias em 287 hectares).

Locais relacionados

  • Quilombo Campinho da Independência
  • Engenhos históricos
  • Alambiques

Fontes

  • portoimperial.com.br
  • UFF – Impressões Rebeldes
  • novosterritorios.com