Proteção Nacional e Novos Acessos

A proteção de Paraty foi construída em etapas entre as décadas de 1950 e 1970, ao mesmo tempo que novas estradas reduziram seu isolamento e ampliaram o turismo.

  • 1957–1974
  • Proteção patrimonial

O que aconteceu

O IPHAN atuava em Paraty desde a década de 1940. O Forte Defensor Perpétuo foi tombado em 1957; o conjunto arquitetônico e paisagístico e a Santa Casa, em 1958; igrejas, em 1962. Em 1966, o município foi declarado Monumento Nacional, e a proteção foi ampliada em 1974. O acesso rodoviário ainda precário pela Paraty–Cunha, viabilizado a partir da década de 1950, e a ligação pela Rio–Santos, estabelecida no início dos anos 1970, facilitaram as viagens e impulsionaram o turismo.

Por que importa

A preservação não dependeu de um único decreto. Ela resultou de uma sequência de medidas que passou de edifícios isolados ao conjunto urbano e ao território municipal. As estradas trouxeram renda e visibilidade, mas também pressão imobiliária e novos desafios para uma cidade habitada.

Locais relacionados

  • Forte Defensor Perpétuo
  • Centro Histórico
  • Igrejas históricas
  • Paisagens rurais e costeiras

Fontes

  • IPHAN — Cronologia da proteção de Paraty
  • Prefeitura de Paraty — Patrimônio
  • IPHAN — Estudos de preservação

Atualização mensal

10 de setembro de 2026.